terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Preso após decapitar mulher diz que atirou os dedos da vítima em privada

Jair de Agnoli matou a esposa e arrancou seus dedos na noite de Réveillon.

Cabeça da vítima foi jogada em um terreno baldio em Itanhaém, litoral de SP
A Polícia Civil prendeu, nesta segunda-feira (4), o homem suspeito de decapitar e arrancar os dedos de uma mulher em Itanhaém, no litoral de São Paulo. Jair dei Agnoli, de 61 anos, matou a esposa Maria das Dores Ferreira dei Agnoli, de 62 anos, na noite de Réveillon. Eles estavam casados há 37 anos.

De acordo com a polícia, o suspeito era casado com a vítima e as brigas eram constantes. A última aconteceu no dia 31, por volta das 23h. Após uma discussão, a vítima teria quebrado vários objetos da casa e tentado agredir o suspeito com uma faca.
O indiciado revidou empurrando a vítima, que bateu a cabeça no chão e, por conta do ferimento no crânio, acabou morrendo.

Desesperado com a situação, o idoso decidiu decapitar a mulher e cortar as pontas dos dedos das mãos da vítima, para dificultar a identificação por parte da polícia.
Nesta segunda-feira, o suspeito foi ao 2º Distrito Policial de Itanhaém, para informar à polícia do possível desaparecimento da esposa. Ao ser questionado pelos policiais, ele caiu em contradição diversas vezes e chegou afirmar que estava em Santos no momento do crime.

(Foto: G1)

Por meio do Detecta, equipamento que registra placas de veículos em São Paulo, a polícia conseguiu a informação que o suspeito não estaria em Santos no momento do crime e, ao confrontar Jair, ele confessou o crime.

Durante o depoimento, ele afirmou que jogou os dedos da esposa em uma privada e deu descarga. A cabeça foi jogada em um terreno baldio e o corpo coberto sob um pano e amarrado com fio de náilon. O suspeito também teria utilizado o carro para esconder o corpo da vítima.

A Polícia Civil ainda não dá o caso como concluído e ouvirá novas testemunhas. Jair será indiciado por ocultação de cadáver e o homicídio qualificado.

Fonte: G1

Brasileira é morta a tiros pelo ex-marido nos EUA

Ex-marido foi encontrado morto em cidade vizinha.
Polícia classifica caso como homicídio de violência doméstica.

Uma brasileira foi morta a tiros em Schererville, nos Estados Unidos. Alessandra de Moraes Emiliano foi morta na noite do último sábado (2) dentro da loja em que trabalhava, informou a polícia local. A cidade fica perto de Chicago, no estado de Indiana.

A polícia apontou seu ex-marido, Richard Kalecki Jr, como o principal suspeito. Kalecki foi encontrado morto no domingo (3) no cemitério de Calumet, cidade vizinha.

Segundo familiares, Alessandra nasceu em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e ganhou cidadania norte-americana após o casamento. Ela foi para os Estados Unidos em março de 2006, para ficar com o ex-marido, de quem se separou em 2012.

Em comunicado divulgado pelo jornal "Chicago Tribune", a polícia classifica o caso como homicídio por violência doméstica.

"A morte de Kalecki coloca fim ao homicídio trágico de violência doméstica de (Alessandra) De Moraes Emiliano. Trabalhamos muito de perto com toda a sua família e eles têm nossos sentimentos mais profundos", diz o chefe da polícia de Schererville, David Dowling, na nota.

A causa da morte de Kalecki é investigada, mas informações preliminares indicam suicídio, segundo o mesmo comunicado.

O "Chicago Tribune" cita arquivos da corte do condado de Lake que indicam que em 2012 Kalecki recebeu acusações de abuso sexual infantil. O casal teria se separado seis meses depois das acusações, de acordo com a publicação.
O jornal ouviu amigos de Alessandra, que disseram que a brasileira de 37 anos tinha uma filha de 18 anos e estava noiva. Amigos da brasileira fazem uma campanha online para arrecadar dinheiro e enviar o corpo à sua família no Brasil.

O Itamaraty confirma a morte de uma brasileira no estado de Indiana e diz que a embaixada em Chicago está acompanhando as investigações e prestando assistência à família.

No entanto, segundo o irmão da vítima, o eletricista automotivo Adamor Emiliano, os familiares procuraram o Itamaraty e o consulado, mas não receberam retorno. “Eles disseram que iam ajudar, mas não fizeram nada”, disse ao G1.


(Foto: Reprodução / Facebook)


Fonte: G1.